terça-feira, 17 de novembro de 2009

Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira


Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira

publicado por Cicero Inacio da Silva

Original: http://www.cicerosilva.com/?p=167

É essa semana em São Paulo e ao vivo via streaming no site do www.culturadigital.br .

PROGRAMAÇÃO:

18/11 – 4ª feira
9h/17h
Credenciamento/ inscrição

13h/14h
Intervenção artística – tendas do hall

14h/17h
Plenária de Memória – Sala Petrobrás

Seminário de Infraestrutura – Sala BNDES
Palestrantes:
. José Luiz Ribeiro Filho (Diretor de Serviços e Soluções da RNP)
. Sérgio Amadeu da Silveira (Sociólogo e professor da Faculdade Casper Libero)
. Franklin Coelho (Universidade Federal Fluminense e Projeto Piraí Digital)
. Antônio Carlos dos Santos Silva, o TC (Casa de Cultura Tainã)
. Gabriel Laender (Coord. Técnico do Seminário ‘Alternativas para a Banda Larga’ – SAE/PR)
Moderador: Diogo Moyses (Curador do eixo infraestrutura do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

Ações auto-gestionadas – tendas do hall

19h/21h
Ato Inaugural e coquetel

19/11 – 5ª feira

9h/17h
Credenciamento/ inscrição

9h/12h
Plenária de Comunicação – Sala Petrobrás

Seminário de Memória – Sala BNDES
Palestrantes:
. Angela Bettencourt (Fundação Biblioteca Nacional)
. Pedro Puntoni ou Edson Gomi (Brasiliana – projeto de acervo digital da USP)
. Dalton Martins (Coordenador de tecnologia social do Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária Weblab)
. Geber Ramalho (Games, interfaces e acervos – UFPE)
. Jomar Silva (Padrões e protocolos – ODF Alliance)
Moderador: José Murilo Jr. (Gerente de Cultura Digital do Ministério da Cultura)

Ações auto gestionadas – tendas do hall

13h/14h
Intervenção artística – tendas do hall

14h/17h
Plenária de Economia da Cultura Digital – Sala Petrobrás

Seminário de Arte – Sala BNDES

Palestrantes:
. Patrícia Canetti (Artista digital, criadora do Canal Contemporâneo)
. Giselle Beiguelman (PUC-SP e Diretora Artística do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia)
. Pau Alsina (pesquisador da Universidade Aberta da Catalunha e do IN3, na Espanha)
. Laymert Garcia dos Santos (Sociólogo da UNICAMP)
. André Vallias (Poeta e produtor de mídia interativa)
Moderador: Cicero Inácio da Silva (curador de arte digital do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

Ações auto gestionadas – tendas do hall

a partir das 18h
Ação musical/ cinema – lona de circo externa

20/11 – 6ª feira

9h/17h
Credenciamento/ inscrição

9h/12h
Plenária de Infraestrutura – Sala Petrobrás

Seminário de Comunicação – Sala BNDES
Palestrantes:
. Jean Burgess (pesquisadora da Universidade de Queensland, na Austrália, e co-autora do livro “Youtube a Revolução Digital)
. Ivana Bentes (professora da UFRJ)
. Alex Primo (professor da UFRGS)
. Anápuaká Muniz (Web Brasil Indígena)
. Jamie King (produtor de ‘Steal This Film’ e criador da vodo.net)
Moderador: André Deak (curador do eixo comunicação do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

Ações auto gestionadas – tendas do hall

13h/14h
Intervenção artística – tendas do hall

14h/17h
Plenária de Arte – Sala Petrobrás

Seminário de Economia da Cultura Digital – Sala BNDES
Palestrantes:
. Daniel Granados (Producciones Doradas)
. Pablo Capilé (Circuito Fora do Eixo)
. Ladislaw Dowbor (Economista e professor da PUC-SP)
. Ronaldo Lemos (Professor de direito da FGV-Rio)
. Juliana Nolasco (Coordenação de Economia da Cultura – MinC)
Moderador: Oona Castro (curadora do eixo economia do Fórum da Cultura Digital Brasileira)

Ações auto gestionadas – tendas do hall

a partir das 21h
Ação musical – lona de circo externa

21/11 – Sábado

9h/17h
Credenciamento/ inscrição

9h/12h
Transmissão da sala BNDES na Sala Petrobrás

Contexto Internacional da Cultura Digital – Sala BNDES
Palestrantes:
. Raquel Rennó (pesquisadora de arte digital e integrante da Associaçao Cultural de Projetos em Cultura Digital ZZZinc, de Barcelona e do International Center for Info Ethics, da Alemanha)
. David Sasaki (diretor do Rising Voices)
. Ivo Corrêa (Responsável pelas políticas públicas e governamentais da Google Brasil)
. Alfredo Manevy (Secretário executivo do Ministério da Cultura)
. Amelia Andersdotter (membro do Partido Pirata Sueco)
Moderador: Álvaro Malaguti (gerente de projetos da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa- RNP)

Transmissão da sala BNDES nas tendas do hall

12h/14h
Encerramento

14h/17h
Cerimônia de encerramento – Sala BNDES
Entrega do resultado do trabalho realizado ao Ministro da Cultura, Juca Ferreira
Atividades culturais – lona de circo externa

http://culturadigital.br/blog/2009/11/09/programacao-do-seminario-internacional-do-forum-da-cultura-digital/

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

CLARO CURTAS ABRE INSCRIÇÔES



O Claro Curtas – Festival Nacional de Curtíssima Metragem valoriza a produção audiovisual realizada em curtíssimos formatos (30 a 90 segundos) feita a partir de celulares, webcams, câmeras digitais e outros dispositivos móveis.

O Claro Curtas 2009 traz o tema SER DIGITAL – Aprendizado e Transformação na Sociedade do Conhecimento. A ideia é ampliar os debates sobre as possibilidades trazidas pelas novas tecnologias, suas formas de expressão e participação no mundo contemporâneo.

Dira Paes, Carlos Nader, Caio Gullane, Cao Hamburger e Matheus Nachtergaele são os jurados que selecionarão os melhores curtas.

São 100 mil reais em prêmios!

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site www.clarocurtas.com.br.

1o. SEMINÁRIO SOBRE CINEMA DIGITAL -PRODUÇÃO E MERCADO

Estão abertas as inscrições para o 1o. SEMINÁRIO SOBRE CINEMA DIGITAL -PRODUÇÃO E MERCADO, na CAIXA CULTURAL do Rio de Janeiro.
As vagas para os debates são limitadas e as inscrições devem ser atravé do e-mail cinemadigital2009@gmail.com

Segue a programação:

PROGRAMAÇÃO

Dia 10 de novembro terça-feira

14h – Sessão Pontos de Cultura

16h – Vingança, de Paulo Pons

19h – Debate: OS PRODUTORES – PEQUENOS ORÇAMENTOS
Com SÉRGIO SÁ LEITÃO, presidente da Riofilme; PAULO PONS, da Pax Filmes; e LEANDRO SARAIVA, da TV Brasil.

Dia 11 de novembro quarta-feira

14h – As Aventuras de Gui & Estopa, de Mariana Caltabiano

16h – Ainda Orangotangos, de Gustavo Spolidoro

19h – Debate: OS TÉCNICOS – A IMAGEM E SOM DIGITAIS
Com WALTER CARVALHO, diretor de fotografia; CARLOS KACHQUIN, da Dolby; e BATMAN ZAVAREZE, curador e diretor do projeto Multiplicidade.

Dia 12 de novembro quinta-feira

14h – Ainda Orangotangos, de Gustavo Spolidoro

16h – As Aventuras de Gui & Estopa, de Mariana Caltabiano

19h – Debate: AS EMPRESAS – NOVOS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
Com LUÍS MONTEIRO, da Kodak; RENATO GOYA, da Panasonic e CLÉIA BESSA, representante do SICAV

Dia 13 de novembro sexta-feira

14h – Vida de Balconista, de Pedro Monteiro e Cavi Borges

16h – Teste de Elenco, de Ian SBF e Osíris Larkin

19h – Debate: AS FINALIZADORAS – NOVOS INVESTIMENTOS
Com JOSÉ AUGUSTO QUARTIM DE BLASIIS, da Casablanca/Teleimage; ERON CARDOSO, dos Estúdios Mega; e JAL GUERREIRO, da Link Digital.

Dia 14 de novembro sábado

14h – Vingança, de Paulo Pons

16h – Sessão Pontos de Cultura

19h – Debate: OS EXIBIDORES – NOVAS JANELAS
Com Silvio Da-Rin, secretário de audiovisual - MinC; José Eduardo Ferrão, da Rain Digital; e Luiz Gonzaga Assis de Luca, do grupo Severiano Ribeiro e autor do livro "A hora do cinema digital - democratização e globalização do audiovisual".

Dia 15 de novembro domingo

14h – Teste de Elenco, de Ian SBF e Osíris Larkin

16h – Vida de Balconista, de Pedro Monteiro e Cavi Borges

19h – Debate: OS ATIVISTAS – A TECNOLOGIA A SERVIÇO DA DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO
Com Adailton Medeiros, do Ponto Cine; Isabelle Cabral, da Pipa Produções; e Helder Quiroga, do Ponto de Cultura Cidades Invisíveis, de Minas Gerais.

CONCEPÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL: ANGÉLICA COUTINHO
CURADORIA MOSTRA DE FILMES: CAVI BORGES
PRODUÇÃO EXECUTIVA: BRNEO GOMES

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

TURMA 2: TRABALHOS

Combinei com a turma 2 da pós em “TV, Cinema e Mídias Digitais” que os seminários deveriam ser apresentados por escrito, em formato de artigo (de 1 a 3 laudas no máximo, mais bibliografia), para publicação no Fórum de Cultura Digital (http://culturadigital.br/). Acertei quinze dias a partir da data da conversa mas, como sei que está confuso para todo mundo, estabeleço como prazo final o dia 9/11 (segunda-feira). O texto deve estar salvo em doc Word (por favor, versão anterior a Office 2007) numa mídia (CD ou DVD), acompanhado do haicai audiovisual que havíamos combinado tb. Ou seja, pode ser tudo entregue numa só mídia, se preferirem (quem quiser pode entregar separadamente). Pediria apenas que fosse anexada também uma cópia impressa do artigo. Com isso a apresentação do seminário fica cancelada (o seminário se transforma em artigo), e o prazo estendido até 9/11. Pretendo organizar um encontro presencial para debatermos os trabalhos, mas isso depende da disponibilidade de salas e horários. Ainda não consegui chegar a uma solução quanto a isso, porque a FACOM não funciona nos sábados à tarde. Qualquer dúvida por favor entrem em contato comigo por e-mail (alsuppia@terra.com.br) ou fone (32 8433 9725).

Resumo da ópera:
Deadline entrega dos trabalhos turma 2 postvcinema: 9/11
Artigo (impresso + doc Word) + vídeo haicai

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A GRUTA: FILME INTERATIVO

Filme interativo no Festival do Rio

A GRUTA
um filme-jogo onde o destino da trama depende de você:

cada espectador que for à sala de cinema receberá uma espécie de controle remoto, com o qual participará do suspense em 30 momentos da trama.

SEX (2/10) 16:45 Espaço de Cinema 2 [EC245]
SEX (2/10) 23:00 Espaço de Cinema 2 [EC248]

A GRUTA (A Gruta)
de Filipe Gontijo. Com . Brasil, 2008. 60min.
O jovem casal Luisa e Tomás decide passar uns dias na fazenda da família dela, onde mora o caseiro Tião. Quando encontram um filhote de porco na gruta do terreno, a tranquilidade se aproxima do fim. Um deles passa a apresentar comportamentos estranhos, e Tião acredita que estão possuídos por demônios. Aos poucos, desconfiam que a resposta pode estar nas sombras da gruta. Filme interativo, no qual o espectador, através de um controle, participa da história, alterando seu desdobramento. A Gruta pode durar de 5 a 45 minutos, de acordo com as escolhas do público.
Midnight (VO) - 16 anos

“Fui pesquisando e descobri essa tecnologia no Rio de Janeiro. Chama-se powervote. Os controles são pequenos, com botões contendo números de 1 a 10. Geralmente, ele é usado em seminários e palestras. Como estávamos querendo um sistema diferenciado para apresentar o filme no festival, já que temos a oportunidade de alcançar um público maior, achei que esse era o formato ideal”, lembra o diretor Felipe Gontijo.

A fita conta a história dos jovens Luísa (Poliana Pieratti, de Nada Consta) e Tomás (Carlos Henrique, de O Último Raio de Sol). Certo dia, os dois decidem passear na fazenda da família da moça. Por lá, vive o caseiro Tião (André Deca). O sossego procurado pelo casal é quebrado quando eles vêem um filhote de porco na gruta e coisas estranhas acontecem com eles no local. Para a seleção do elenco, foram feitos vários testes. Queríamos um par jovem e surgiram muitos atores que não se encaixaram”, conta o diretor. O porquinho que “interpreta” Dadinho foi treinado por Filipe durante três meses.

A interação do público com A Gruta funciona da seguinte maneira: logo de início, o espectador tem a oportunidade de escolher sobre qual perspectiva assistirá ao filme, que, dependendo da escolha, pode durar de cinco a 40 minutos. Pode-se optar pela visão de Tomás ou de Luísa. No meio do filme, o espectador também pode decidir trocar de personagem. O filme tem 11 finais diferentes e vários entroncamentos que levam sempre à gruta.

Filipe, autor do roteiro, buscou inspiração na literatura para criar os personagens de A gruta: Tomás, por exemplo, foi baseado no conto As Armas Secretas, do argentino Julio Cortazar. Já Luísa se inspirou no famoso poema O Corvo, de Edgar Allan Poe. Para criar o caseiro sinistro vivido por Deca, no entanto, ele recorreu a uma história real. Gontijo montou a trama de Tião lembrando caso que chocou Brasília em 2004, quando um empregado assassinou os patrões em Ceilândia.

Para filmar A Gruta, equipe técnica e atores foram para a Gruta da Lapa, a 70km de Brasília.


Filipe Gontijo nasceu em 1980, em Brasília. Estudou publicidade na Universidade de Brasília de 2000 a 2005. Em 2006, seu curta-metragem A Volta do Candango conquistou o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Brasília. É um dos fundadores da TV Universitária de Brasília e trabalha como roteirista e diretor de videoclipes e comerciais.

http://www.filme-jogo.com/

terça-feira, 29 de setembro de 2009

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

DEBATE: ARTE DIGITAL

publicado originalmente por Cicero Inacio da Silva em http://culturadigital.br/blog/2009/09/25/debate-sobre-arte-digital-em-juiz-de-fora/

DEBATE PÚBLICO, GRATUITO E ABERTO SOBRE ARTE DIGITAL

A curadoria de Arte Digital do Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) convida para o debate sobre Formação, Produção, Difusão e Inserção da Arte Digital na cultura brasileira com a participação de curadores, artistas, educadores e pesquisadores da área no país. A proposta do debate é refletir sobre as necessidades do campo e apresentar soluções para os problemas que serão apontados no encontro.

As questões a serem debatidas no seminário são:

- delimitação do campo: o que é arte digital?
- diagnósticos: quais são os problemas? quais as perguntas que precisamos fazer?
- formulações e propostas: quais políticas públicas devem existir? que ações este grupo deveria tomar? quais pressões deveríamos fazer?

A intenção final desse encontro e do Fórum como um todo é formular um documento listando e propondo ao MinC uma política cultural para a área de Arte Digital.

PROGRAMA

19h30 Abertura com Cicero Inacio da Silva (Curador de Arte Digital no Fórum da Cultura Digital Brasileira)

19h50 Videoconferência sobre o Fórum da Cultura Digital Brasileira com Rodrigo Savazoni (Coordenação Executiva do Fórum da Cultura Digital Brasileira) e André Deak (Curador de Comunicação do Fórum da Cultura Digital Brasileira).

20h30 Debate sobre arte digital e comunicação com Alfredo Suppia (professor do BI do Instituto de Artes e Design e do Mestrado em Comunicação, FACOM, UFJF) e Francisco Paoliello Pimenta (Coordenador do Programa de Pós-graduação em Comunicação, FACOM, UFJF)

DATA: 02/10/2009

LOCAL: Museu de Arte Moderna Murilo Mendes da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

HORÁRIO: 19h30 às 22 horas

Apoio:
Universidade Federal de Juiz de Fora

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Linguagem e estética do cinema digital: PROGRAMA

Linguagem e estética do cinema digital
Faculdade de Comunicação
Comunicação e Artes
Prof. Responsável: Alfredo Suppia

EMENTA DA DISCIPLINA:
Cinema e tecnologia. Cinema digital e história do cinema. A estética do filme na era digital.


PROGRAMA DA DISCIPLINA:

1ª sessão (24/4/09)
1. apresentação/introdução
1.1. Os princípios da produção da imagem no cinema tradicional e no cinema digital
1.2 videoclipes Don’t stand so close to me (Police)
1.3 documentário A Tecnologia dos Anos 80

2ª sessão (25/4/09)
2. Considerações históricas sobre o cinema digital
2.1. Principais escolas do cinema tradicional e sua relação com as tecnologias da imagem de sua época
2.2 Early Cinema (Primeiro Cinema): La sortie des usines Lumière, L’arrivé d’un train, Le repas du bebe, L’arroseur arrosé, Demolition d’um mur, Jerusalem, Le Scarabée d’or, The Big Swallow, Rescued by Roover.
2.3 Cinema Narrativo (Narrativa Clássica): D. W. Griffith

3ª sessão (8/5/09)
3. Vanguardas Históricas
3.1 Dadaísmo (René Clair: Entr’Acte, Marcel Duchamp: Anémic Cinéma, Man Ray: Le Retour à la Raison)
3.2 Expressionismo (Robert Wiene: O Gabinete do Dr. Caligari)
3.3 Construtivismo (Dziga Vertov: Um Homem com uma Câmera; Sergei Eisenstein: O Encouraçado Potemkim, A Greve, Outubro)
3.4 Surrealismo (Luís Buñuel e Salvador Dalí: Um Chien Andalou e L’Age D’Or, Germaine Dulac: La coquille et le clergyman)

3.5 Experimentalismo americano (Maya Deren, Stan Brakhage, Derek Jarman)

4ª sessão (9/5/09)
4. PIONEIROS DO CINEMA DIGITAL
4.1 Animação: Clóvis Vieira (Cassiopéia, 1996) e John Lasseter (Toy Story, 1995)
4.2 Depoimento de Clóvis Vieira
4.3 Mike Figgis e Time Code (1999)
4.4. Lev Manovich e Soft Cinema

5ª sessão (16/5/2009)
SEMINÁRIOS
5. Questões sobre a estética do Cinema digital

5.1. Perda da indexicalidade da imagem
5.2. Diálogos com outras mídias e hibridismos de linguagem
BIBLIO:
MACHADO, Arlindo. “As imagens técnicas: da fotografia à síntese numérica”. Imagens, n. 3, dez/1994. Campinas: Ed. Da Unicamp, 1994, pp. 9-14.
PARENTE, André. “A imagem virtual, auto-referente”. Imagens, n. 3, dez/1994. Campinas: Ed. Da Unicamp, 1994, pp. 15-19.
RAMOS, Fernão. “Falácias e deslumbres face à imagem digital”. Imagens, n. 3, dez/1994. Campinas: Ed. Da Unicamp, 1994, pp. 28-33.
SANTAELLA, Lúcia. “Imagem pré fotográfica pós”. Imagens, n. 3, dez/1994. Campinas: Ed. Da Unicamp, 1994, pp. 34-40.
ARISTARCO, Guido e Teresa. O Novo Mundo das Imagens Electrónicas. Lisboa: Edições 70, 1985.
BELLOUR, Raymond. “Fragmentos de um arquipélago”. Imagens, n. 3, dez/1994. Campinas: Ed. Da Unicamp, 1994, pp. 20-27.
JENKINS, Henry. The Work of Theory in the Age of Digital Transformation. MILLER, Toby and STAM, Robert (eds.) A Companion to Film Theory. Malden: Blackwell, 2004, pp. 234-61.
VIVEIROS, Paulo. A Imagem do Cinema: História, Teoria e Estética. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas, 2005, 2ª ed.

5.3. Distribuição e formas de recepção no cinema digital
5.4. Democratização do cinema?
biblio:
Bentes, Ivana (org.). Ecos do cinema: de Lumière ao digital. Editora UFRJ. Rio de Janeiro. 2007.
CROCOMO. Fernando. TV Digital e Produção Interativa: A comunidade manda notícias. Florianópolis: Ed. UFSC, 2007.
CRUZ, Renato. TV Digital no Brasil: Tecnologia versus Política. SãoPaulo: SENAC, 2008.
HANSON, Matt. The End of Celluloid: Film Futures in the Digital Age. Hove: RotoVision, 2004
STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas, Papirus, 2003.
Mascarello, Fernando (org.). História do Cinema Mundial. Campinas: Papirus, 2006.
PARENTE, André. Imagem Máquina. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.
LUCA, Luiz Gonzaga de Assis de. Cinema Digital: Um novo cinema? São Paulo: Imprensa Oficial/Fundação Padre Anchieta, 2004.


6ª sessão (17/5/2009)
6.1. Apropriações das vanguardas cinematográficas no cinema digital

3.1. Estudos de Caso: o “cinema das origens” no cinema digital
3.2. Estudos de Caso: o construtivismo no cinema digital
3.3. Estudos de Caso: o impressionismo no cinema digital
3.4. Estudos de Caso: o dadaísmo e o surrealismo no cinema digital

6.2 workshop haiku audiovisual


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANG, Tom. Vídeo Digital: Uma introdução. São Paulo: SENAC, 2007.
ASCHER, Steven e PINCUS, Edward. The Filmmaker’s Handbook: A comprehensive guide for the digital age. New York: Plume, 2008.
ARISTARCO, Guido e Teresa. O Novo Mundo das Imagens Electrónicas. Lisboa: Edições 70, 1985.
BELLOUR, Raymond. “Fragmentos de um arquipélago”. Imagens, n. 3, dez/1994. Campinas: Ed. Da Unicamp, 1994, pp. 20-27.
BENJAMIN, Walter. Obras Escolhidas I – Magia e Técnica, Arte e Política. São Paulo: Brasiliense, 1994.
Bentes, Ivana (org.). Ecos do cinema: de Lumière ao digital. Editora UFRJ. Rio de Janeiro. 2007.
CROCOMO. Fernando. TV Digital e Produção Interativa: A comunidade manda notícias. Florianópolis: Ed. UFSC, 2007.
CRUZ, Renato. TV Digital no Brasil: Tecnologia versus Política. SãoPaulo: SENAC, 2008.
FLUSSER, VIlém. Ensaio sobre a fotografia: para uma filosofia da técnica. Lisboa: Relógio D’Água, 1998.
HANSON, Matt. The End of Celluloid: Film Futures in the Digital Age. Hove: RotoVision, 2004
JENKINS, Henry. The Work of Theory in the Age of Digital Transformation. MILLER, Toby and STAM, Robert (eds.) A Companion to Film Theory. Malden: Blackwell, 2004, pp. 234-61.
LIMA, Luiz Costa (org.). Teoria da Cultura de Massa. São Paulo: Paz e Terra, 2000, 7ª Ed.
LUCA, Luiz Gonzaga de Assis de. Cinema Digital: Um novo cinema? São Paulo: Imprensa Oficial/Fundação Padre Anchieta, 2004.
MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas e pós-cinemas. São Paulo: Papirus, 1997.
--------------------------. “As imagens técnicas: da fotografia à síntese numérica”. Imagens, n. 3, dez/1994. Campinas: Ed. Da Unicamp, 1994, pp. 9-14.
MANOVICH, Lev. The Language of New Media. Cambridge , Mass. and London : The MIT Press, 2001.
Mascarello, Fernando (org.). História do Cinema Mundial. Campinas: Papirus, 2006.
PARENTE, André. Imagem Máquina. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.
------------------. “A imagem virtual, auto-referente”. Imagens, n. 3, dez/1994. Campinas: Ed. Da Unicamp, 1994, pp. 15-19.
RAMOS, Fernão. “Falácias e deslumbres face à imagem digital”. Imagens, n. 3, dez/1994. Campinas: Ed. Da Unicamp, 1994, pp. 28-33.
SANTAELLA, Lúcia. “Imagem pré fotográfica pós”. Imagens, n. 3, dez/1994. Campinas: Ed. Da Unicamp, 1994, pp. 34-40.
STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas, Papirus, 2003.
VÁRIOS. Desvendando o áudio e vídeo digital. São Paulo: Digerati, 2004.
VIVEIROS, Paulo. A Imagem do Cinema: História, Teoria e Estética. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas, 2005, 2ª ed.
XAVIER, Ismail. O Discurso Cinematográfico – A Opacidade, A Transparência. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Alfredo Suppia novo colunista do CRONÓPIOS

Agora eu sou colunista do Portal Cronópios (Literatura e Arte): http://www.cronopios.com.br/site/default.asp. Vou escrever regularmente sobre ficção científica nas Artes (especialmente Cinema).

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Lev Manovich (UCSD): Software Studies Initiative

video

Curso condensado: "A Imagem, o Ser Infogênico e os Dilemas de uma Filosofia para a Era Digital" (ECA-USP)

Aos interessados que solicitaram instruções sobre a possibilidade de participação formal no curso condensado "A Imagem, o Ser Infogênico e os Dilemas de uma Filosofia para a Era Digital" a ser ministrado conjuntamente pelo Professor Dr. Manfred Fassler, da Johann Wolfgang Goethe Universität, de Frankfurt, Alemanha, e pelo Professor Dr. Ciro Marcondes Filho, da ECA-USP entre 10 a 21 de agosto, de segunda à sexta-feira, das 14h às 17h, em inglês e em português, no Auditório Freitas Nobre do CJE - Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA, informo que é necessário inscrever-se, ainda que gratuitamente, até dia 10 de agosto, enviando os dados pessoais abaixo para o email: njr@usp.br, com cópia para mari.nwabasili@gmail.com e osmir@usp.br

Nome completo:
Endereço completo:
RG:
Instituição: (nome da Faculdade ou da Universidade)
Curso: (especificar nome do curso de graduação ou de pós-graduação)
Nível: (graduação, ou mestrado, ou doutorado ou pós-doutorado)
email:
telefone:

Também é possível fazer as inscrições pessoalmente na secretaria do Núcleo José Reis de Divulgação Científica, localizado à Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Bloco 9 - sala 10, Cidade Universitária, Universidade de São Paulo, de segunda à sexta-feira, das 10h às 12h e das 14h às 18h.

Os certificados de participação só serão entregues aos alunos que tiverem 75% de presença no curso de duas semanas e deverão ser retirados posteriormente na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Escola de Comunicações e Artes da USP, São Paulo-SP, em período a ser informado quando da finalização do curso.

Cordialmente,
Cristina Bonfiglioli

sexta-feira, 24 de julho de 2009

FILE: FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA

De 27 a 31 de julho estarei no FILE, em São Paulo. Segue abaixo press release do evento, do jornal Folha de S. Paulo.

FILE
FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA
De 27 de julho a 30 de agosto de 2009
SESI-SP RECEBE NA AVENIDA PAULISTA O “FILE 10”

Destaques FILE 10
10 anos de FILE, 10 anos de eventos realizados na cidade de São Paulo, 10 anos de discussão sobre arte e tecnologia no Brasil

1. NURBS (Non Uniform Rational Basis Spline) é o conceito que o teórico Lev Manovich resignifica de forma supreendente no texto inédito que abre o catálogo desta edição. Lev Manovich participará do FILE Labo Workshop.

2. 4KT, a primeira transmissão transcontinental em super alta definição de um longa-metragem, “Enquanto a Noite não Chega” com direção de Beto Souza.

Sobre os destaques:


FILE CINEMA DIGITAL 4KT
Há mais de um ano, um grupo de pesquisadores e interessados está investindo em uma aventura tecnológica: a primeira transmissão de imagens de super-alta definição do hemisfério sul para os Estados Unidos e Japão. O que se pretende é transmitir filmes com resolução próxima a 8.000.000 de pixels (4Ks) em redes de 1 a 20 Gbps ao vivo. Lembram-se daquela história fantástica de que Hollywood aperta o botão e a gente vê o filme? Pois é, retire Hollywood e pense em imagens espaciais jamais vistas, filmes nos mais diversos formatos, conversas com o outro lado do planeta em altíssima definição, experimentos de linguagens narrativas se apropriando do processo tecnológico, metainventos, e até, quem sabe, filmes Hollywoodianos.... é disso que esta pesquisa quer participar.

O Brasil será pioneiro na transmissão do primeiro longa-metragem em 4K com première em três países consecutivamente em tempo real utilizando o formato digital. O filme “Enquanto a Noite não Chega”, com direção de Beto Souza, será transmitido para a Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD) e para a Universidade de Keio no Japão em super alta definição. O filme “Enquanto a Noite não Chega” discute uma questão que atormenta a todos os seres humanos desde o início de sua existência -- o final da vida, a partir do livro de Josué Guimarães com o mesmo título: “se o fim está muito próximo e se tudo em volta está acabando, a única coisa que resta é fazer a travessia com alguns elementos que ainda existem. E, tudo isso, com muita dignidade”.

PRIMEIRA TRANSMISSÃO TRANSCONTINENTAL DE CINEMA EM SUPER ALTA DEFINIÇÃO
O desafio que agora vivenciamos é o fato de que as imagens em super alta definição podem ser transmitidas ao vivo por causa das redes que operam com taxas de 10 Gbps ainda restritas às universidades e instituições de pesquisa. Um exemplo destas redes no Brasil é a plataforma KyaTera da FAPESP que possui uma conexão com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), o que permite ter acesso a quase todas as redes de pesquisa de altas taxas do mundo como, por exemplo, o GLIF (Global Lambda Integrated Facility). Desta forma podemos realizar experimentos de forma colaborativa com todos os grupos participantes destas redes. Por exemplo, imagens capturadas por telescópios do Observatório Gemini, no Havaí e no Chile, poderão ser vistas por astrônomos brasileiros em tempo real através de um ciberobservatório para imagens de altíssima definição.
Para que a transmissão proposta em nosso experimento aconteça, tem sido feito um esforço conjunto de três bases de apoio: a UCSD (University of California, San Diego) – que faz este tipo de transmissão há mais de quatro anos, o laboratório de Fotônica da Universidade Presbiteriana Mackenzie – que coordena a parte física da rede Kyatera para a conexão e o FILE que tem acolhido as inovações tecnológicas com inteligência e sensibilidade. Além de todos os apoiadores tecnológicos que um evento deste porte exige.
Este experimento é mais uma mostra do momento especial que estamos vivendo. O espírito de um espectador, cuja atenção fora “domesticada” por um tipo de narratividade do cinema, reencontra agora um universo de aparatos tecnológicos de maravilhamento que o coloca diante de uma nova dimensão de simultaneidades e atenções flutuantes. Este tipo de experimento acrescenta aos vários aparatos tecnológicos contemporâneos um maquinário que abre a perspectiva de reproduzir imagens jamais vistas, de lugares e objetos longínquos, uma vez que esta definição se abre para escalas cada vez mais potentes de visualizações. Um outro mundo de imagens nos espera. Ou, pelo contrário: somos outros e a esta imagem foi construída justamente para dar conta da nossa atual complexidade. A película não nos representa mais.
A primeira viagem do homem à lua faz agora quarenta anos, aconteceu em julho de 1969. Nada ainda se compara a esta façanha sonhada por escritores e pintores. A ficção científica foi uma fonte de inspiração para o cinema, com imagens desérticas, espaçonaves prateadas, seres híbridos. Mas um aspecto, um aspecto bem especial foi observado por Dave Scott, o sétimo homem a pisar na lua: “dentre todos os escritores de ficção científica, nenhum deles ousou sonhar que o mundo estaria vendo a chegada do homem à lua pela televisão”.


Lev Manovich
Lev Manovich é considerado um dos mais importantes teóricos da cultura digital na atualidade. É autor de Soft Cinema: Navigating the Database (The MIT Press, 2005), Black Box - White Cube (Merve Verlag Berlin, 2005) e The Language of New Media (The MIT Press, 2001), que foi considerado como “a mais sugestiva e ampla história da mídia desde Marshall McLuhan”. É autor de mais de 90 artigos que foram reproduzidos mais de 300 vezes em vários países. Manovich é professor no Departamento de Artes Visuais da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD), Diretor do Grupo de Software Studies no California Institute for Telecommunications and Information Technology (CALIT2) e Pesquisador Visitante no Godsmith College (Londres) e no College of Fine Arts, Universidade of New South Wales (Sydney). Manovich tem sido requisitado para proferir palestras ao redor do mundo, tendo realizado até o momento mais de 270 conferências, palestras e workshops fora dos Estados Unidos nos últimos 10 anos. Editou recentemente o livro Software Takes Command (SWS, 2008).

Lev Manovich ministrará workshop sobre “Analítica Cultural”, seu mais novo conceito que trata da aplicação de sistemas de visualização computacionais complexos aos dados culturais como arquitetura, literatura, fotografia, cinema, entre outros. O workshop ensinará as ferramentas para os participantes criarem suas próprias análises dos dados e também ensinará como podemos criar visualizações a partir dos dados coletados.
Local: Mezanino do Centro Cultural Fiesp dia 30/07 das 9h às 13h.


SERVIÇO
FILE – WORKSHOP
Local: Mezanino do Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso - Av. Paulista, 1313
Datas e horários: de 28 a 30 de julho das 9h às 13h.
Inscrições online no site http://www.file.org.br/file2009_incsworkshops/cadastro_port.php

FILE – CINEMA DIGITAL
Local: Teatro Popular do SESI – Paulista
Endereço: Av. Paulista, 1313
Datas e horários: 30/07 às 19h (projeção de filme) e 31/07 (debate com Universidade de Keio, Japão), às 10 h.
Informações: http://www.file.org.br

inauguração do LEsCiD

Este é o LEsCiD, bolg da disciplina Linguagem e Estética do Cinema DIgital, ministrada por Alfredo Suppia no curso de especialização em Cinema, Televisão e Mídias Digitais da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora. Este é um espaço para debate, divulgação, troca de informações e conhecimentos entre todos os envolvidos e interessados. Participe!